Me gusta aprender cosas nuevas y conocer personas interesantes. Soy amante de los animales y la naturaleza.
Intereses: musica, arte, idiomas, las diferentes culturas, literatura, teatro, fotografia...la vida!
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El que escucha música siente que su soledad, de repente, se puebla.
Robert Browning (1812-1889) Poeta inglés. Los hombres olvidan siempre que la felicidad humana es una disposición de la mente y no una condición de las circunstancias.
John Locke (1632-1704) Filósofo inglés La verdadera amistad es como la fosforescencia, resplandece mejor cuando todo se ha oscurecido.
Rabindranath Tagore (1861-1941) Filósofo y escritor indio. Todo hombre no vive más que por lo que espera.
Giovanni Papini (1881-1956) Escritor italiano.
El hombre grande es aquel que en medio de las muchedumbres mantiene, con perfecta dulzura, la independencia de la soledad.
Ralph Waldo Emerson (1803-1882) Poeta y pensador estadounidense. La poesía se escribe cuando ella quiere.
José Hierro (1922-2002) Poeta español.
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M E T A D E
E que a força do medo que tenho, não me impessa de ver o que anseio.
Que a morte de tudo o que acredito não me tape os ouvidos nem a boca
Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.
Que a música que eu ouço ao longe, seja linda, ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada mesmo que distante
Porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece, nem repetidas com fervor,
apenas respeitadas, como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço, mas a outra metade é o que calo
Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão
Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso, que me lembro ter dado na infância
Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço
Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia, e a outra metade é canção
E que a minha loucura seja perdoada,
Porque metade de mim é amor, e a outra metade... também
Osvaldo Montenegro
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AMAR-TE
Se um dia fores um poema; Negro nos meus olhos, Não leio, sei decor. Fico nesta negritude e penumbera, Por te ter amado um dia. De olhos cerrados para sempre...
25 ago 2009 pc
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"Cuanto más se conoce, más se ama." Leonardo Da Vinci
La vida es un camino… Sobre rápido tren va un peregrino salvando montes; otro va despacio ya pie; siente la hierba, ve el espacio… Y ambos siguen idéntico destino.
A los frívolos ojos del primero pasa el desfile raudo de las cosas que se velan y esfuman. El viajero segundo bebe el alma de las rosas y escucha las palabras del sendero.
De noche, el uno duerme en inconsciente e infecundo sopor; el tren resbala fácil sobre el talud de la pendiente, y el viajero no siente que en la campiña próvida se exhala un concierto de aromas… El prudente que marcha a pie, reposa bajo el ala de un gran ensueño, y trepa por la escala excelsa de Jacob.
Cuando el Oriente clarea, se echa a andar, pero señala el sitio aquel en que posó la frente. Ambos llegan al término postrero; mas no sabe el primero qué vio, qué oyó; su espíritu desnudo de toda adoración se encuentra mudo.
El otro peregrino recuerda cada voz, cada celaje, y guarda los encantos del paisaje. Y los hombres lo cercan, porque vino a traer una nueva en su lenguaje y hay en su acento un hálito divino… Es como Ulises: hizo un bello viaje y lo cuenta al final de su destino…
O Universo acabara de ser criado. Era o início dos Tempos
Nesse ambiente de quase enlevo eis que uma tênue claridade se foi espalhando pelos céus.
Era a Lua que chegava de mansinho para a sua vigília noturna, a primeira de toda uma eternidade.
Assim, pela primeira vez o Sol viu a Lua e a Lua viu o Sol.
E foi só olhar, depois sorrir, depois gostar, como diz a canção.
Mas o que o Sol e a Lua não sabiam é que estava escrito nas Leis do Universo que ele e ela não poderiam viver juntos. No entanto, disto logo tomaram conhecimento.
Procuraram saber a razão de medida tão drástica e não houve resposta.
No dia seguinte, em virtude do giro lunar, que seria constante ao redor da Terra, a Lua avistou novamente o Sol, firme e radiante.
E o Sol também reviu a Lua retornando, vagarosa e brilhante. Nessa ocasião, eles ficaram sabendo que todo final de dia e início de noite se veriam. Somente se veriam e nada mais. Isto amenizou um pouco a tristeza de ambos. E aumentou ainda mais a paixão dos dois.
Com o passar dos tempos, para alegrar a amada, o Sol fez poesias para a Lua, ofertou-lhe presentes, dedicou-lhe pensamentos.
A Lua, por sua vez, adorou aquilo tudo e, à sua maneira, retribuiu os mimos.
Então as estrelas, com suas presenças constantes, cintilantes de idéias, procuraram ajudar a Lua de mil e uma maneiras.
Resolveram enviar emissárias à procura da Natureza para tentar solucionar o impasse.
Algumas dessas enviadas se perderam e caíram no Oceano, transformando-se nas Estrelas do Mar.
Outras, pelos mesmos motivos, ficaram a vagar pelo Espaço, cruzando os céus em direção à Terra: são as Estrelas Cadentes, destinatárias de muitos pedidos de enamorados, justamente por causa do encargo que lhes foi confiado.
Mas o tempo, inexorável, não parou. Tudo com a Lua apresentando momentos de tranqüilidade, de tristeza —crescente e decrescente — e outros de alegria.
Tanto que tais instantes fizeram surgir as diversas fases da Lua. Dessa maneira, na Lua Nova, ela está tranqüila; no Quarto Crescente, sua tristeza aumenta gradativamente; no Quarto Minguante, essa tristeza vai diminuindo, até desaparecer; e na Lua Cheia, sua alegria é total
Finalmente, por uma Estrela Cadente, errante na imensidão dos céus, a Mãe Natureza tomou conhecimento do que se passava.
E bondosa como toda mãe o é, ela instou o Legislativo do Firmamento a fazer as modificações necessárias nos seus Códigos para ajudar a Lua e o Sol.
Dessa maneira, ficou estabelecido que de tempos em tempos o Sol e a Lua se encontrariam.
E a esses encontros foi dado o nome de Eclipse. Eclipse Parcial ou Total, conforme a ocasião.
Assim, há milênios que o Sol e a Lua se amam. E continuarão a se amar. Por toda a eternidade.
Talvez a vida não seja luminosa Mas tem momentos: o lago da cama, o sol Na lombada dos livros, o joelho Amável Da mulher deitada. Como vai ser a manhã Não sei, ergo a minha taça.
Amadurece o mar, mergulho na luz E regresso a casa: a boca na maçã À sombra do teu olhar, a música Dos gatos, as tuas mãos que envolvem As árvores ao meio dia. Sabor a terra, Gota a gota na minha língua.
Caminho na praia como quem sente As peles sobrepostas do mundo em volta Do meu corpo, coração de pó E sento-me em repouso a ouvir a respiração Do vinho. Talvez a noite não apague Esta magia.
Sé que ya te envié otra versión, pero es una de mis piezas favoritas y es una versión tan bella que no he podido resistirme a enviartela.... Un abrazo enorme Dulce, mucha fuerza amiga